Tudo tem o seu tempo. Tudo tem o seu ritmo.
A natureza é mestra e exímia no exemplo de dar “tempo ao
tempo”.
Respeitem os ritmos e os tempos de tudo o que é gerado.
A humanidade atravessa um momento em que a aceleração e a
precipitação impedem a gestação do novo e comprometem a velocidade certa do que
existe, o que leva a uma sociedade ansiosa e esgotada.
A exaustão está em todo o lado na vida do homem, das crianças
aos idosos.
É preciso urgentemente abrandar, corrigir velocidades,
respeitar ritmos.
De outro modo, serão necessários eventos coletivos de
correção, originados pela acumulação das energias densas de precipitação e
ansiedade.
É preciso serenar: corpo, mente, espírito.
2026/10/08
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