PÁGINAS NOVA SAGRES

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Discernimento


Discernir para não errar. Discernir para não mal julgar. Discernir para auxiliar. Discernir para servir. Discernir para nunca usar a energia interna de forma contrária às Leis Divinas.

Discernir, mobiliza conscientemente o livre arbítrio. Deste modo, estaremos a procurar, conscientemente, não errar. Conscientemente, tornamo-nos altruístas, solidários, fraternos, humanos na aceção mais nobre da palavra.

Discernimento caracteriza o homem que pensa com a única lógica verdadeira, a lógica do amor universal.
Psicografada em 2018/01/12

Serenidade


Sereno seja o teu gesto!

Sereno seja o teu olhar!

Serena seja a palavra!

Sereno o teu respirar!

O desafio da existência terrena é manter a serenidade no dia-a-dia da adversidade. Sejam como as árvores que resistem ao temporal, quando fortemente sacudidas, como os barcos que seguem à superfície nos dias de tempestade!

Na vida da Terra, todos os homens estão sujeitos a abanar, a escorregar, a cair, mas, que a serenidade comece a ocupar o lugar da desistência, do desânimo e da revolta! Só essa serenidade permite, ao homem, reunir esforços para encetar a renovação, o reajuste, a mudança. Só assim, não perderá tempo e energia desnecessários com atitudes e sentimentos contrários àqueles que o fazem ressurgir das cinzas e manter-se firme ao leme da sua vida.
Psicografada em 2018/01/12

Mundo Interno


Em cada homem existe, escondido, um enorme segredo: o seu mundo interno. Esse mundo interno, contém a sua verdadeira essência, tanto de luz como de sombra.

O homem pensa que o seu mundo externo é o seu mundo real e que o seu mundo interno é uma espécie de ficção e imaginação; nada existe de tão equivocado! O seu mundo externo é palco de experiências na aplicação do que constitui o seu mundo interno. O seu mundo interno é imenso e infinito, integrado com todo o Universo. É o local onde efetuamos as mudanças, as aprendizagens, o palco da aquisição de conhecimento, a integração das leis imutáveis.

A cada momento podemos espreitar por uma fechadura e vislumbrar a imensidão desse mundo interno. O desafio é encontrar a chave e abrir, de vez, a enorme porta que serve de barreira à nossa aceitação desse mundo interno como sendo o nosso mundo real e verdadeiro.
Psicografada em 2018/01/12

Medo


O medo é um excelente instrumento de auxílio ao homem de consciência ainda latente. Auxilia-o a preservar-se, a acautelar-se, a precaver-se perante o desconhecido ou situações adversas. Auxiliando no desconhecido, ajuda a assegurar a existência na nova experiência; nas situações adversas, ajuda a preservar o homem na melhor forma de as experienciar. Na aquisição do conhecimento e consciência, o medo vai, lentamente, dando lugar à reflexão. Num futuro de consciências despertas não existirá mais o medo, já que deixa de haver lugar à existência adormecida. O homem, que quer acordar a sua mente e o seu espírito, deve reflectir nos seus medos, pois, só essa reflexão lhe permitirá dissipá-lo, lentamente, como um nevoeiro que subtilmente se vai para deixar um pleno dia de céu azul.
Psicografada em 2018/01/12