PÁGINAS NOVA SAGRES

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Vaidade


Irmãos, irmãos queridos, depois de ter encontrado a luz, após muito sofrimento, escuridão, me foi permitido dar-vos o meu testemunho.

Não é com o sentido de repreender nem de julgar, apenas reforçar o que vos vai sendo transmitido através das riquíssimas obras espíritas, palestras de irmãos com conhecimento mais aprofundado, “bem intuídos” e mesmo exemplos.

Como pode ver, este vosso irmão (o médium), através da imagem que lhe foi mostrada, “Uma mulher alta, de contornos bem definidos, com vestes do mais alto estilo, com uma beleza EXTERIOR do mais alto nível”!

Fui muito, muito vaidosa! Era a minha maior preocupação, andar o mais vistosa possível.

Nunca fui sequer capaz de pensar em dar uma única veste a alguém!

Como pude ter sido assim! Nem o que não me fazia falta eu era capaz de dar, tão presa à vaidade!

E agora? Agora, de que me serviu essa atitude? Serviu-me de sofrimento, apenas e converteu-me em atraso.

Quantos irmãos eu poderia ter agasalhado do frio! Quantos eu poderia ter calçado, protegendo-lhes os pés das trilhadelas da calçada, apenas com o que não me fazia falta, mas, nem com esse eu fui capaz de ajudar, presa a vaidade!

Mas, depois de ter passado para este lado, sim, dei o valor! Senti o frio, magoei meus pés nas areias e foi aí que me apercebi do erro cometido!

Quantos irmãos eu poderia ter agasalhado! O bem, a caridade, felicidade que podia ter aproveitado proporcionar!

Como seria bem doce, saborear esses sentimentos, ao contrário dos que tive!

Aproveitai bem o tempo que vos resta, pois, ele passa rápido demais! Partilhai  o mais possível, não só o material mas também o Amor, a Paz!

Não cometeis o mesmo erro que eu! É muito melhor saborear  o doce da caridade que o amargo da vaidade!

DEUS se agradará das vossas boas obras.

Fiquemos com Deus!
(Mensagem recebida em 2015-07-15)

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