PÁGINAS NOVA SAGRES

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Amar a nós Mesmos


Amar a nós mesmos não é consagrarmos a vida à exaltação absoluta do corpo de carne que o homem serve de veículo provisório na luta redentora da Terra.

Certo, tanto quanto devemos atenção e assistência a qualquer máquina útil, não podemos relaxar no cuidado que nos merece a vestimenta física, entretanto, não nos cabe centralizar todos os objectivos da existência naquilo que, no fundo, seria a preservação da animalidade.

Amarmo-nos, então, será atendermos ao justo imperativo de nossa habilitação espiritual para a vida eterna.

Nesse sentido, é indispensável aproveitarmos o concurso valioso e eficiente da dor e da luta, do trabalho e do sacrifício, na aquisição de nossas melhores experiências para os círculos mais altos.

A pedra que fugisse ao buril e o vaso que se desviasse do clima asfixiante do forno, jamais seriam arrancados do primitivismo agreste aos espectáculos da beleza e da utilidade.

Claro, portanto, que se realmente amamos a nós mesmos, não podemos perder a nossa oportunidade de elevação, através das provas e dos sofrimentos que o estágio curto na Terra nos oferece.

Renúncia é sublimação.

Obstáculo é auxílio.

Trabalho é posse de competência.

Disciplina é sementeira de altos valores espontâneos.

Obediência ao bem é construção do progresso comum.

Escravidão aos deveres da recta consciência é acesso à Vida Superior.

Silêncio é porta para a humildade.

Serviço de hoje aos semelhantes é influência divina amanhã.

Dificuldades bem superadas são bênçãos.

Se buscarmos, desse modo, amar a nós mesmos, saibamos desprezar o contentamento efémero de algumas horas na carne escura e frágil, valorizando o nosso ensejo de aprender e crescer, com os entraves e sombras, com as dores e aflições do caminho terrestre, porque, purificando a nós mesmos, no sacrifício pelo bem dos outros, mais cedo alcançaremos a áurea da imperecível felicidade.
 
(Do livro "Construção do amor" de Emmanuel/Chico Xavier)

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Fonte de Amor inesgotável


Deus, nosso Pai, criou a fonte do AMOR, fonte divina, fonte inesgotável, de onde se pode obter todo o alimento necessário para a vida.

A Jesus, deu a missão de nos mostrar o caminho, para que nela saciássemos nossa sede.

Quem dessa fonte se alimentar, sentirá a benéfica diferença:

-       Esclarecimento das dúvidas;

-       Suavidade;

-       A Paz em sua alma;

-       A saúde, enquanto encarnado;

-       Serenidade, depois de  perder o envoltório (o corpo físico).

Irmãos, não vos canseis de a ela recorrer em busca do alimento, pois, Deus, jamais  permitirá que ela seque!

Tornai-vos merecedores desse alimento, na prática das vossas acções, sempre vinculados nesse Amor, praticando a caridade e agindo com vossos irmãos como se de Cristo se tratasse!      

Ficai envolvidos nesse Amor de Deus e na Paz do Cristo!

(Mensagem psicográfica, recebida durante os trabalhos de passe, por: FL).