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Maia, Porto, Portugal
Praça Dr. José Vieira de Carvalho, 45 - 2º Esq./Traseiras, "Edifício Lidador" 4470 - 202 MAIA (frente à Câmara Municipal da Maia).

QUEM SOMOS?

QUEM SOMOS?

O Grupo de Estudos Espíritas Nova Sagres é uma Associação constituída por pessoas da Maia e arredores, que se interessam pelo estudo, divulgação e a prática da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec.

Nosso Objectivo:

NOSSO OBJECTIVO:

Contribuir, através do estudo e divulgação do Espiritismo, para que todos os habitantes deste nosso planeta Terra encontremos a razão da nossa existência.
De onde vimos, para onde vamos e porque estamos aqui hoje!
Porque é assim a nossa vida! O que poderemos fazer para a melhorar!

Horário

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

> Segunda-feira: (Público)

19:00 às 20:45 - Atendimento Fraterno.
21:00 às 22:30 - Estudo Básico da Doutrina Espírita.

Nota: Na 1.ª Segunda-feira de cada mês, o Estudo será substituído pela exibição de um Filme ou Documentário de caracter Espiritualista.

> Terça-feira - Encerrado.

> Quarta-feira: (Público)
19:00 às 20:45 - Atendimento Fraterno.
21:00 - Exposição Espírita (Palestra) seguida de Passe.

> Quinta- feira: (Privado)
21:00 às 22:30 - Estudo Avançado.

> Sexta-feira: (Privado)
20:50 às 22:30 - Reunião de Trabalhadores.

> Sábado e Domingo - Encerrado.

> Atendimento por marcação - (fora do horário normal de atendimento)
Diamantino Cruz - Telem. 96 984 29 29





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E-mail: gee.nova.sagres@gmail.com

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Espiritismo


Se abraçaste na Doutrina Espírita o roteiro da própria renovação, em toda parte és naturalmente chamado a fixar-lhe os ensinos.

Administrador, não te limitarás ao controle de patrimónios físicos, porque saberás aplicá-los no bem de todos.

Legislador, não te guardarás na galeria dos privilégios, porque humanizarás os estatutos do povo.

Juiz, não te enquistarás na autoridade de convenção, porque serás em ti mesmo a garantia do Direito correto.

Médico, não estarás circunscrito ao órgão enfermo, porque auscultarás, igualmente, a alma que sofre.

Professor, não terás nos discípulos meros associados no estudo dos números e das letras, mas verdadeiros filhos do coração.

Negociante, não farás do comércio a feira dos interesses inferiores, mas a escola da fraternidade e do auxílio.

Operário, não furtarás o tempo, no exercício da rebeldia, mas vigiarás, satisfeito, o desempenho das próprias obrigações.

Lavrador, não serás sanguessuga insaciável da terra, mas recolher-lhe-ás os produtos, ajudando-a, nobremente, a reverdecer e florir.

Seja qual for a profissão em que te situes, vives convidado a enobrecê-la com o selo de tua fé, moldada nos valores humanos, porquanto, na responsabilidade espírita, toda acção no bem precisa ultrapassar o dever para que o ato de servir se converta em amor.

Hoje e agora, onde estivermos, segundo os nossos princípios, somos constantemente induzidos a leccionar disciplinas de entendimento e conduta.

Aqui é a solidariedade, ali é a fidelidade aos compromissos, adiante é a compreensão, mais além, é a renúncia...

Aqui é o devotamento ao trabalho, ali é a paciência, adiante é o perdão incondicional, mais além é o espírito de sacrifício...

Doutrina Espírita, na essência, é universidade de redenção.

E cada um de seus profitentes ou alunos, por força da obrigação no burilamento interior, é obrigado a educar-se para educar.

É por isso que, se lhe esposaste as tarefas, seja esse ou aquele o sector de tuas actividades, estarás, cada dia, ensinando o caminho da elevação, na cadeira do exemplo.
Emmanuel

domingo, 11 de setembro de 2016

Lembrete


O mundo é cerâmica sublime, em pleno cosmos.

A carne é o barro; o espírito é o oleiro.

Cada homem plasma seu destino de acordo com a própria vontade.

Há quem fabrique ânforas para o vinho do Senhor, e há os que modelam crateras para a cicuta do espírito.

Companheiro da Terra, faze da existência um vaso sagrado, em que a Divina Bondade se manifeste!

Na pobreza ou na abastança, na felicidade ou na desventura, não te esqueças de que a vida corpórea é divina argila em tuas mãos.

 

Teresa D’ÁVILA

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Na Propaganda Eficaz


“É necessário que ele cresça e que eu diminua.” - João Batista. (João, 3:30.)

Há sempre um desejo forte de propaganda construtiva no coração dos crentes sinceros.

Confortados pelo pão espiritual de Jesus, esforçam-se os discípulos novos por estendê-lo aos outros. Mas nem sempre acertam na tarefa. Muitas vezes, movidos de impulsos fortes, tornam-se exigentes ou precipitados, reclamando colheitas prematuras.

O Evangelho, porém, está repleto de ensinamentos nesse sentido.

A assertiva de João Batista, nesta passagem, é significativa. Traça um programa a todos os que pretendam funcionar em serviço de precursores do Mestre, nos corações humanos.

Não vale impor os princípios da fé.

A exigência, ainda que indireta, apenas revela seus autores. As polêmicas destacam os polemistas... As discussões intempestivas acentuam a colaboração pessoal dos discutidores. Puras pregações de palavras fazem belos oradores, com fraseologia preciosa e deslumbrantes ornatos da forma.

Claro que a orientação, o esclarecimento e o ensino são tarefas indispensáveis na extensão do Cristianismo, entretanto, é de importância fundamental para os discípulos que o Espírito de Jesus cresça em suas vidas. Revelar o Senhor na própria experiência diária é a propaganda mais elevada e eficiente dos aprendizes fiéis.

Se realmente desejas estender as claridades de tua fé, lembra-te de que o Mestre precisa crescer em teus atos, palavras e pensamentos, no convívio com todos os que te cercam o coração. Somente nessa diretriz é possível atender ao Divino Administrador e servir aos semelhantes, curando-se a hipertrofia congenial do “eu”.

sábado, 16 de julho de 2016

Os Bons Espíritas


            4 – O Espiritismo bem compreendido, mas sobretudo bem sentido, conduz forçosamente aos resultados acima, que caracterizam o verdadeiro espírita, como o verdadeiro cristão, pois um e outro são a mesma coisa. O Espiritismo não cria uma nova moral, mas facilita aos homens a compreensão e a prática da moral do Cristo, ao dar uma fé sólida e esclarecida aos que duvidam ou vacilam.

            Muitos, porém, dos que crêem na realidade das manifestações, não compreendem as suas conseqüências nem o seu alcance moral, ou, se os compreendem, não os aplicam a si mesmos. Por que acontece isso? Será por uma falta de precisão da doutrina? Não, porque ela não contém alegorias, nem figuras que possam dar lugar a falsas interpretações. A clareza é a sua própria essência, e é isso que lhe dá força, para que atinja, diretamente a inteligência. Nada tem de mistérios, e seus iniciados não possuem nenhum segredo que seja oculto ao povo.

            Seria necessária, então, para compreendê-la, uma inteligência fora do comum? Não, pois vêem-se homens de notória capacidade, que não a compreendem, enquanto inteligências vulgares, até mesmo de jovens que mal saíram da adolescência, apreendem com admirável justeza as suas mais delicadas nuanças. Isso acontece porque a parte, de qualquer maneira, material da ciência, não requer mais do que os olhos para ser observada, enquanto a parte essencial exige um certo grau de sensibilidade, que podemos chamar de maturidade do senso moral, maturidade essa independente da idade e do grau de instrução, porque é inerente ao desenvolvimento, num sentido especial, do espírito encarnado.

            Em algumas pessoas, os laços materiais são ainda muito fortes, para que o espírito se desprenda das coisas terrenas. O nevoeiro que as envolve impede-lhes a visão do infinito. Eis por que não conseguem romper facilmente com os seus gostos e os seus hábitos, não compreendendo que possa haver nada melhor do que aquilo que possuem. A crença nos Espíritos é para elas um simples fato, que modifica pouco ou nada as suas tendências instintivas. Numa palavra, não vêem mais do que um raio de luz, insuficiente para orientá-las e dar-lhes uma aspiração profunda, capaz de modificar-lhes as tendências. Apegam-se mais aos fenômenos do que à moral, que lhes parece banal e monótona. Pedem aos Espíritos que incessantemente as iniciem em novos mistérios, sem indagarem se se tornaram dignas de penetrar os segredos do Criador. São, afinal, os espíritas imperfeitos, alguns dos quais estacionam no caminho ou se distanciam dos seus irmãos de crença, porque recuam ante a obrigação de se reformarem, ou porque preferem a companhia dos que participam das suas fraquezas ou das suas prevenções. Não obstante, a simples aceitação da doutrina em princípio é um primeiro passo, que lhes facilitará o segundo, numa outra existência.

            Aquele que podemos, com razão, qualificar de verdadeiro e sincero espírita, encontra-se num grau superior de adiantamento moral. O Espírito já domina mais completamente a matéria e lhe dá uma percepção mais clara do futuro; os princípios da doutrina fazem vibrar-lhe as fibras, que nos outros permanecem mudas; numa palavra: foi tocado no coração, e por isso a sua fé é inabalável. Um é como o músico que se comove com os acordes; o outro, apenas ouve os sons. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações. Enquanto um se compraz no seu horizonte limitado, o outro, que compreende a existência de alguma coisa melhor, esforça-se para se libertar, e sempre o consegue, quando dispõe de uma vontade firme.
(ESE) Cap. 17 - Sede Perfeitos)

segunda-feira, 28 de março de 2016

As obras construídas na Terra, só nela poderão ser alteradas


Ao longe, um irmão nos acena, se vai  aproximando, para se comunicar: 

-A PAZ e o AMOR de DEUS vos envolva! A permissão de me comunicar é fruto desse AMOR ! Não sou Santo, não sou Jesus, sou um simples e humilde trabalhador do bem e é pelo bem que vos falo – comunica - para vos dizer que esse lado em que vos encontrais é o lado bom, perante as vossas necessidades.

Este em que me encontro, não é mau, mas foi nesse, onde vos encontrais, que me foi dada a oportunidade de o merecer!

Foi aí que me foi possível o resgate dos erros, foi aí que consegui, com muito esforço, muito trabalho, persistência, dedicação, muita Fé, alterar o errado pelo certo, o mal pelo bem, o ódio pelo AMOR.

Chegados a este lado, não mais há hipótese de alterar a obra aí construída, seja ela boa ou menos boa, vos resta apenas receber os frutos, na medida de vossas acções, acções essas que serão pesadas na balança Divina e obtereis o que nela mais pesar.

Irmãos, seria bom que o peso maior pendesse para o prato do bem, das boas acções, das boas obras, da caridade, da humildade, do AMOR, isentos de dividas! Não mais necessitaríeis de voltar à Terra, "reencarnar", como devedores!       

Não é tarefa fácil, mas é possível!

Agora, depois deste meu carinho, "testemunho" só me resta pedir-vos que façais a escolha do caminho certo!

Cuidai, cultivai e aplicai sempre, irmãos, o  AMOR!

A PAZ e o AMOR a todos nos envolva, sempre!

(Mensagem psicográfica, recebida durante os trabalhos de passe, por: FL).  

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Amar a nós Mesmos


Amar a nós mesmos não é consagrarmos a vida à exaltação absoluta do corpo de carne que o homem serve de veículo provisório na luta redentora da Terra.

Certo, tanto quanto devemos atenção e assistência a qualquer máquina útil, não podemos relaxar no cuidado que nos merece a vestimenta física, entretanto, não nos cabe centralizar todos os objectivos da existência naquilo que, no fundo, seria a preservação da animalidade.

Amarmo-nos, então, será atendermos ao justo imperativo de nossa habilitação espiritual para a vida eterna.

Nesse sentido, é indispensável aproveitarmos o concurso valioso e eficiente da dor e da luta, do trabalho e do sacrifício, na aquisição de nossas melhores experiências para os círculos mais altos.

A pedra que fugisse ao buril e o vaso que se desviasse do clima asfixiante do forno, jamais seriam arrancados do primitivismo agreste aos espectáculos da beleza e da utilidade.

Claro, portanto, que se realmente amamos a nós mesmos, não podemos perder a nossa oportunidade de elevação, através das provas e dos sofrimentos que o estágio curto na Terra nos oferece.

Renúncia é sublimação.

Obstáculo é auxílio.

Trabalho é posse de competência.

Disciplina é sementeira de altos valores espontâneos.

Obediência ao bem é construção do progresso comum.

Escravidão aos deveres da recta consciência é acesso à Vida Superior.

Silêncio é porta para a humildade.

Serviço de hoje aos semelhantes é influência divina amanhã.

Dificuldades bem superadas são bênçãos.

Se buscarmos, desse modo, amar a nós mesmos, saibamos desprezar o contentamento efémero de algumas horas na carne escura e frágil, valorizando o nosso ensejo de aprender e crescer, com os entraves e sombras, com as dores e aflições do caminho terrestre, porque, purificando a nós mesmos, no sacrifício pelo bem dos outros, mais cedo alcançaremos a áurea da imperecível felicidade.
 
(Do livro "Construção do amor" de Emmanuel/Chico Xavier)

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Fonte de Amor inesgotável


Deus, nosso Pai, criou a fonte do AMOR, fonte divina, fonte inesgotável, de onde se pode obter todo o alimento necessário para a vida.

A Jesus, deu a missão de nos mostrar o caminho, para que nela saciássemos nossa sede.

Quem dessa fonte se alimentar, sentirá a benéfica diferença:

-       Esclarecimento das dúvidas;

-       Suavidade;

-       A Paz em sua alma;

-       A saúde, enquanto encarnado;

-       Serenidade, depois de  perder o envoltório (o corpo físico).

Irmãos, não vos canseis de a ela recorrer em busca do alimento, pois, Deus, jamais  permitirá que ela seque!

Tornai-vos merecedores desse alimento, na prática das vossas acções, sempre vinculados nesse Amor, praticando a caridade e agindo com vossos irmãos como se de Cristo se tratasse!      

Ficai envolvidos nesse Amor de Deus e na Paz do Cristo!

(Mensagem psicográfica, recebida durante os trabalhos de passe, por: FL).

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Espelhos Reflexos


Queixas-te, por vezes, de “azar” ou “má sorte”.

Notas azedume e irritação nos outros, por onde vás.

Ignoramos se já sabes que somos espelhos uns dos outros.

Cada um de nós vê nos companheiros as imagens uns dos outros.

Mas não projetamos apenas a nossa imagem. Arrojamos de nós, igualmente, as nossas disposições mais íntimas.

Se nos aproximamos de alguém, transportando alegria ou aborrecimento, simpatia ou aversão, a pessoa ou as pessoas que nos cercam passam, de imediato, a retratar-nos as disposições psicológicas.

Não te digas sem amigos e sem caminhos, à maneira de alguém que vive no mundo, diante de portas fechadas.

Acende a luz do sorriso na própria face e deixa que a bondade e a compreensão te orientem os modos e as palavras.

Trata aos outros como desejas que os outros te tratem.

Em seguida, observa os resultados.

(Do Livro "Momentos de Paz" de Chico Xavier/Emmanuel)